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O mel é vegano?


Muitas pessoas classificam o mel como um produto de origem vegetal e não de origem animal porque deve-se à extracção do pólen das flores. No entanto, a extracção do pólen é realizada por um animal, cuja finalidade é a alimentação de todos os elementos da colmeia. Assim, o mel torna-se num produto de origem animal porque é criado pelas abelhas e não surge directamente das flores.

As abelhas sugam o néctar da flor, depositando-o no papo ou na vesícula nectífera. Inicialmente, as enzimas decompõem o açúcar do néctar em outros dois mais simples a frutose e a glicose enquanto outras secreções são adicionadas enquanto a abelha realiza o transporte, adicionando outras enzimas como a invertase, a diastase, a oxidase, a catalase e a fosfatase. É na colmeia que a abelha deposita o néctar em favos, onde perderá uma grande quantidade de água e tornar-se-á em mel.

E-book de culinária vegetariana: Alternativas vegetais aos ovos, leite, gelatina e mel


Cozinhar sem leite, ovos, gelatina e mel? Sim, é completamente possível! Seja como agente de crescimento, de ligação, ou até mesmo para adoçar, existem bastantes ingredientes 100% vegetais que fazem o mesmo trabalho e que não interferem na qualidade e sabor dos pratos.

Neste e-book encontrarão dezenas de alternativas de origem vegetal para todos esses produtos de origem animal, assim como informações importantes, comparação de doses e algumas receitas de fazer água na boca. Vejam como podem fazer panquecas sem ovos, cheesecake sem gelatina, entre outras delícias sem crueldade, e abracem o lado verde da força


Youtuber cria máscara de pestanas ecológica e vegana (vídeo)


Sonia Sae é uma activista pelos animais que ficou conhecida depois de ter lançado um vídeo explicativo sobre a realidade da indústria do mel. O seu canal de Youtube é focado em vários temas sobre o veganismo, incluindo beleza cruelty-free. Adepta de produtos acessíveis e mais sustentáveis, publicou um vídeo com uma receita caseira de eyeliner/máscara que funciona muito bem e que só tem dois ingredientes: carvão vegetal activado (que pode ser substituído por sombra de olhos negra) e óleo de rícino. O óleo de rícino é fantástico a dobrar: além de ser natural e barato, tem propriedades fortalecedoras.

Alimentação vegetariana: O que tenho na despensa


É a pergunta que não se quer calar: afinal, o que comem os vegetarianos? Como conseguem eles suprir todas as necessidades nutricionais sem sacrificar o sabor? Não será uma alimentação totalmente vegetal demasiado restrita e limitada?

Numa sociedade que centra a sua alimentação nos produtos de origem animal, é normal a dúvida imperar: afinal, estamos a falar de uma mudança considerável dos nossos hábitos. Para além disso, estamos tão acostumados a olhar para os produtos de origem animal como parte essencial da nossa alimentação que acabamos por esquecer a riqueza do universo vegetal, tanto a nível nutricional como de qualidade e de quantidade.

Quando não quis mais comer animais também fui assaltada por essa incerteza: o que vou passar a comer? Não estava de todo informada, o que pressionou-me a continuar a consumir algum peixe, queijo e ovos. Se, nessa altura, soubesse daquilo que sei hoje, tinha deixado de comer qualquer produto de origem animal sem pensar duas vezes. Isso mostrou-me como nos informarmos devidamente é muito importante.

Não posso falar por todos os vegetarianos que existem no mundo, já que a alimentação de cada um é diferente, mas posso falar por mim e mostrar aquilo que como. Por isso, deixo a lista de alimentos e de produtos básicos que costumo ter na minha despensa (e no frigorífico).

A título de curiosidade, existem cerca de 200 mil espécies de plantas comestíveis e das quais só 0,06% são usadas por nós. A Natureza é-nos generosa e, mesmo assim, preferimos continuar com um sistema cruel e insustentável que mata biliões de animais todos os anos.

Documentário “Dominion” já pode ser visto gratuitamente


Desde que Dominion foi lançado e reproduzido em vários países, inúmeras consciências têm despertado para a realidade que circunda a vida dos animais explorados para alimento, pesquisas, entretenimento, domesticação, caça e vestuário. O documentário, que conta com registos captados por drones, expõe a crua verdade que muitos teimam em rejeitar: que não existe uma forma correcta ou humana de matar alguém.

Sites de culinária vegetariana que sigo e recomendo

A transição de uma alimentação omnívora para uma alimentação vegetariana é, muitas vezes, feita a passos de bebé: é normal ter dúvidas, é normal não saber o que comer, é normal não saber o que cozinhar. Tudo isso é normal, pelo que decidi listar alguns blogues que, com certeza, ajudarão quem está à procura de uma alimentação sem sofrimento.
 

Sigo mais sites do que estes, mas se incluísse todos nunca mais saíamos daqui, pelo que escolhi os que costumo visitar mais vezes.

Veganismo 101 — Manual de introdução


A Julia Harger, do Vegana é a Sua Mãe (site que já referi aqui e aqui) criou um livrinho bastante elucidativo sobre o veganismo e como este é fácil de ser praticado no nosso dia-a-dia. Mais focado na alimentação, por ser o assunto que mais levanta dúvidas, o manual também explica que o veganismo vai mais além disso, rejeitando tudo o que comporte exploração de animais como testes, entretenimento e vestuário. Outras abordagens, como alimentação vegana para crianças, nutrição, consumo de animais e impacto ambiental, entre outras, não foram descuradas e encontram-se igualmente incluídas. Quarenta e duas páginas cheias de amor e que valem a pena ser lidas e reflectidas