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AVISO: A China NÃO baniu os testes em animais


Recentemente, circulou nas redes sociais de que a China tinha acabado com os testes em animais em produtos cosméticos importados. A notícia foi largamente festejada e compulsivamente partilhada por várias organizações e bloggers cruelty-free, visto a mesma ter sido interpretada como o fim de todos os testes em animais no país em questão.

Fotógrafa retrata ratinhos resgatados de um laboratório


Rachele Totaro é uma activista italiana que utiliza a fotografia como forma de sensibilização. Depois de uma operação para libertar ratos explorados em laboratórios, pegou na sua máquina e captou as reacções deles no primeiro dia que tiveram fora das gaiolas. O objectivo é passar uma mensagem contra os testes em animais.

A China e os testes em animais


A China e a influência que exerce no universo da cosmética cruelty-free deve ser uma das questões mais debatidas e que mais dúvidas suscita. A quantidade de referências erradas sobre este assunto é assustadora e acaba por nos desorientar, chegando ao ponto em que nem sabemos no que acreditar. 
Reeducar-nos enquanto consumidores é um dos passos mais importantes para fazermos escolhas mais éticas e conscientes e isso só é possível com informações legítimas. Precisamente por isso, fiz uma aprofundada pesquisa e espero, através deste artigo, responder às perguntas mais comuns relacionadas com a China e os testes em animais.

A presente publicação teve, como base, dados fornecidos por algumas organizações de direitos dos animais e sites cruelty-free plenamente confiáveis.

Artigo actualizado em: 25/01/2020

O tabagismo e os animais


Uma verdade escondida

Devido ao conhecimento comprovado dos malefícios do tabaco, as indústrias fabricantes tentam provar que os cigarros não são muito prejudiciais à saúde através de resultados baseados em testes feitos com animais. Basicamente, os testes em animais na indústria do tabaco existem somente para os lobbistas dessas mesmas indústrias poderem defender-se das políticas relacionadas com a saúde. Tendo em conta que, na área farmacêutica, somente 10% dos medicamentos que passam nos testes pré-clínicos são eficazes nos testes clínicos com humanos, facilmente conclui-se que estas provas são bastante falíveis, ainda com a agravante de estarmos a referir algo que, indubitavelmente, prejudica a saúde humana.

Higiene e cosmética: Marcas que TESTAM e que NÃO TESTAM


ATENÇÃO:

Esta lista comporta marcas que são habitualmente encontradas nas grandes superfícies comerciais. Deste modo, marcas que podem ser adquiridas online e/ou noutros estabelecimentos estão excluídas;

Existem outras marcas à venda para além das registadas: no entanto, não ofereceram resposta até à data da publicação;

Veja-se que os testes em animais na área da cosmética foram banidos na União Europeia, mas que muitas empresas listadas continuam a fazer testes noutros países que permitem ou exigem esses testes;

Nem todos os produtos das marcas não testadas em animais são estritamente isentos de matérias de origem animal, pelo que se deve confirmar sempre os ingredientes antes de adquiri-los.

Sempre que possível a lista será actualizada, estando a data de actualização na última página.

10 marcas que pensamos ser cruelty-free, mas que não são (pt. 2)


O termo cruelty-free aplica-se a produtos que não foram testados em animais, sendo que só pode ser considerada totalmente livre de testes em animais toda a empresa que:

– Não realize testes em animais;
– Não compre ingredientes a fornecedores que testam em animais;
– Não envie ingredientes para que terceiros testem em animais;
– Não venda em regiões que obrigam testes em animais.

Já para ser classificado como vegano, um produto, além de cruelty-free, não deve ter nenhum ingrediente de origem animal.

Infelizmente, muitas marcas continuam a sujeitar-se a um sistema que sacrifica milhares de animais por ano, sendo que algumas delas são erradamente vistas como livres de crueldade pelos consumidores. Abaixo seguem alguns exemplos.

Nota de actualização (27/01/2020): Para a lista ficar mais completa, foram acrescentados os prints das declarações das marcas apresentadas, bem como as respectivas traduções e outros materiais considerados relevantes.

Limpeza: Marcas que TESTAM e que NÃO TESTAM


ATENÇÃO:

Esta lista comporta marcas que são habitualmente encontradas nas grandes superfícies comerciais. Deste modo, marcas que podem ser adquiridas online e/ou noutros estabelecimentos estão excluídas;

Existem outras marcas à venda para além das registadas: no entanto, não ofereceram resposta até à data da publicação;

Nem todos os produtos das marcas não testadas em animais são estritamente isentos de matérias de origem animal, pelo que se deve confirmar sempre os ingredientes antes de adquiri-los;

• Como este espaço é vegano abolicionista, produtos como insecticidas, pesticidas e herbicidas não foram listados por causarem impacto negativo, tanto ao nível da fauna como da flora. No entanto, fica registado que marcas como Raid (SC Johnson), Baygon (SC Johnson), Roundup (Monsanto), Blatanex (Bayer), K Othirne (Bayer), entre outras, são TESTADAS em animais. Para repelir insectos e outros animais pequenos, aceder aqui;

Sempre que possível a lista será actualizada, estando a data de actualização na última página.

13 marcas que pensamos ser cruelty-free, mas que não são



O termo cruelty-free aplica-se a produtos que não foram testados em animais, sendo que só pode ser considerada totalmente livre de testes em animais toda a empresa que:

– Não realize testes em animais;
– Não compre ingredientes a fornecedores que testam em animais;
– Não envie ingredientes para que terceiros testem em animais;
– Não venda em regiões que obrigam testes em animais.

Já para ser classificado como vegano, um produto, além de cruelty-free, não deve ter nenhum ingrediente de origem animal.

Infelizmente, muitas marcas continuam a sujeitar-se a um sistema que sacrifica milhares de animais por ano, sendo que algumas delas são erradamente vistas como livres de crueldade pelos consumidores. Abaixo seguem alguns exemplos.

Nota de actualização (27/01/2020): Para a lista ficar mais completa, foram acrescentados os prints das declarações das marcas apresentadas, bem como as respectivas traduções e outros materiais considerados relevantes.

Dose letal mediana: o que é?


Também conhecida por dose letal média ou DL-50, trata-se da aplicação de uma dose necessária para uma determinada substância ou radiação matar 50% de uma população em teste. Inventado por J. W. Trevan, em 1927, o objectivo é medir os níveis de toxicidade de determinados ingredientes em animais vivos sem nenhum tipo de anestesia.

O Inferno também está nos laboratórios


O teste de Draize foi criado pelos toxicólogos John H. Draize e Jacob M. Spines em 1944. O objectivo é testar a irritabilidade de certas substâncias através da observação dos seus efeitos na pele e nos olhos dos animais, denominados por teste de irritação cutânea e teste de irritação ocular respectivamente. Anestesias não são utilizadas em ambas as experiências.